COISAS SOBRE O AMOR ...

 


Para meus amigos... SOLTEIROS.
O amor é como uma borboleta, por mais que tentes agarrá-la ela fugirá. Mas quando menos esperares, ela estará ali ao teu lado.

O amor poderá fazer-te feliz, mas às vezes também poderá  ferir-te.

O amor, só será  verdadeiramente especial, se o deres  a alguém “valioso”. Por isso, não tentes apressar o tempo …

 

Para meus amigos... NÃO TÃO SOLTEIROS.
Amar não é envolver-se com a "pessoa perfeita", aquela que habita os nossos sonhos.

Não existem príncipes  nem princesas.

O amor só é lindo quando encontramos alguém, que nos  transforme no melhor que podemos ser.

Para meus amigos que gostam de... SEDUZIR.
Nunca digam " amo-te" se a pessoa não vos interessar.

Nunca falem sobre sentimentos se estes não existem.

Nunca toquem numa vida, se não pretendem romper um coração.

A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que outro alguém se apaixone, quando não pretende fazer o mesmo.

Para meus amigos que têm um... CORAÇÃO PARTIDO.
Um coração partido sente saudades, lembra-se dos tempos felizes. Mas não permitas que ele chore para sempre.

Esforça-te por encerrar esse capitulo e conhecer outros corações.

Aprende com os erros

 

(excerto de texto de autor desconhecido)

 

 

 

Desejo que TODOS OS MEUS AMIGOS sejam pessoas honestas de sentimentos, fortes, maduros, que mudem sempre para melhor, e que isso os ajude a crescer como Homens e Mulheres … cheios de virtudes e defeitos

 

Vocês fazem os meus dias mais bonitos…

PALAVRAS NÃO DITAS ...

 

Estranha natureza a nossa ... com facilidade gritamos "odeio-te" e é-nos tão dificil apenas sussurrar...  "amo-te!" ...

OS AVÓS

 

 

A esperança de vida aumentou bastante nos últimos tempos. Hoje a medicina permite-nos viver (com alguma qualidade), os anos suficientes para assistirmos ao desfilar de várias gerações. É quase certo que os nossos filhos poderão contar com a convivência dos avós e alguns até  têm  o privilégio de virem a conhecer os bisavôs! Contudo, o modo de encarar a velhice não acompanhou de perto esta realidade e, não se criaram alternativas para os mais velhos. É compreensível que uma pessoa que manteve a actividade durante a maior parte da sua vida, dificilmente aguente o impacto da reforma.

Em Portugal, ser reformado significa ficar inactivo, na prateleira, longe das atenções dos outros. Muitos iniciam então longas caminhadas pelos centros de saúde. A depressão instala-se e vai assumindo a forma de sintomas muito variados. Um dia queixam-se de uma coisa, no outro de outra mas, a grande dor situa-se na alma e isso não há médico que possa curar! Nesta altura, os que têm netos, são chamados a dar uma ajudinha mais que não seja a ir pô-los à escola. Vêm-se então muitos sorrisos estampados na cara destes velhotes, porque se sentem úteis e também acarinhados pela geração de mais novos. Os pais queixam-se então da (des) educação que eles dão aos netos, e aqui está uma questão deveras importante e que necessita de esclarecimento. Não é aos avós que cabe educar, mas sim aos pais! Constata-se que os avós são mais permissivos do que foram para os próprios filhos mas isso deve-se ao facto de não haver a obrigação de os educarem.

O papel do avô é ser companheiro de brincadeiras, é dar carinho e atenção sem limites. Esse companheirismo permite não só que se transmitam valores, como também a história familiar. É clássica a imagem do neto aconchegado no colo do avô, enquanto este lhe conta as suas histórias de vida. A recordação dos tempos felizes passados com os nossos avós, é algo que nos acompanhará pela vida. Porém, chegará o momento em que acabarão por partir. Nesse dia, é um pouco do nosso passado que morre com eles. Tornamo-nos, então, irremediavelmente adultos. Nunca mais ninguém nos vai tratar por “a  minha menina” (mesmo quando já passámos os 40 anos), contar-nos as travessuras que fazíamos quando ainda usávamos fraldas ou ouvir, sem pressas, os nossos desabafos. É uma perda racionalmente fácil de entender, mas emocionalmente muito dificil de aceitar. No entanto, a saudade pode doer, mas é a prova de que sentimos que fomos amados por quem partiu, e isso é algo que o tempo nunca poderá apagar...

  

 

texto escrito em memória da minha querida avó Aurora, falecida em Janeiro de 2006 e publicado no jornal Abarca, (jornal regional de Tramagal/Abrantes )

ausência ...




[ ver mensagens anteriores ]


 


Adicione meu Blog
aos seus favoritos!




Visitante número:

 

Design Personalizado