PORQUE AMANHÃ É NATAL ...

 

 Quisera 
 neste Natal,
armar  uma árvore  e nela
pendurar, em vez de bolas, os
nomes   de   todos  os  meus   amigos.
Os amigos de longe, de perto. Os antigos e 
 os mais recentes.  Os  que vejo a cada dia e  os
que  raramente encontro.  Os sempre lembrados e
os que às vezes ficam esquecidos. Os constantes e os
intermitentes. Das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que, sem querer, eu magoei, ou sem querer me magoaram.
Aqueles a quem conheço profundamente e aqueles de quem conheço
apenas a aparência. Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo. Meus amigos humildes e meus amigos importantes. Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida. Uma árvore de raízes muito profundas para que seus nomes nunca sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos para que novos nomes vindos de todas as partes venham juntar-se aos existentes. Uma árvore 

de sombras muito
agradáveis para
que nossa amizade,
seja um momento de
repouso nas lutas da vida. 
Será possível "ver" o Natal assim? 

 

 

COMEÇAMOS CEDO ...

 

                

 

É difícil percebermos como é que seres tão pequeninos como os bebés humanos, já vêm “equipados” com algumas estratégias para chamar a atenção dos adultos. Este vídeo, (cliquem no link, p.f ... http://www.youtube.com/watch?v=z9guSMZsidY ) mostra que para aquela criança, a  birra só faz sentido se a mãe testemunhar. Certo é que este processo se repete inúmeras vezes, uma vez que as crianças vão percebendo que se agirem de determinada maneira conseguem levar “a água ao seu moinho”. Espertas, não ?

 

 

UFF ... QUE STRESS !!!

 

        

 

Não sei se convosco acontece o mesmo mas, desde há uns anos, que o Natal para mim se transformou numa fonte de stress... Tudo começa pela simples listinha de prendas que vai engordando, engordando... depois é encontrar a objecto certo para aquela pessoa já que, ao contrário de alguns, não gosto de dar a toda a gente a clássica caixinha de chocolates. Com o pouco tempo que tenho disponível, procuro nas lojas mais à mão mas, inevitavelmente, lá vou eu parar aos fins-de-semana aos Centros Comerciais. Enfrento uma fila de carros para estacionar no parque, uma multidão de pessoas que se passeia desvairadamente pelos corredores, outra que espera para pagar na caixa. Depois, se quiser levar tudo embrulhado (em regra salto este item e opto por comprar papel e laços), tenho de enfrentar outra fila. No final, cheia de pacotes lá vou eu, stressada é claro, dividir tudo em saquinhos, por família ou por local, pois ainda há que representar o papel de pai natal e distribuir tudo ao domicílio.

A par disto, existem os malfadados jantares de natal da(s) empresa(s)! Este é uma questão completamente surrealista. Como é que a entidade patronal pode pensar que as pessoas conseguem estar descontraídas, num ambiente descomprometido e informal, quando na maior parte das vezes o ano foi repleto de conflitos internos ou não existiu qualquer espécie de relação com os órgãos directivos ?!?  Não é fácil fazer-se um intervalo em que, aparentemente, tudo parece estar bem sabendo que, passadas umas horas volta a ser o que era. A meu ver,  é algo que transcende o espírito natalício.

Para além dos almocinhos e jantarinhos profissionais temos a famosa consoada. Nas famílias numerosas a confusão instala-se pois não é fácil gerir todo o processo de preparação, o que implica a correcta divisão de tarefas. Temos de ter em conta, também, os conflitos familiares preexistentes e os outros que depois se instalam porque fulana optou por passar a consoada com beltrana , deixando para segundo plano outro elemento familiar. Fulana passa a ser uma ingrata e é certo e sabido que o seu nome terá lugar cativo nas “conversas de escárnio e mal-dizer” familiares (talvez até durante a própria noite de consoada).

Chegado o momento de abrir as prendas, constatamos que apenas nós nos preocupámos com a originalidade, já que para alguns elementos da nossa família nós ainda não fomos para além dos 10 anos, como tal continuam a dar-nos as mesmas prendas de há décadas atrás... e o esforço de esboçar um sorriso amarelo é, também, uma fonte de grande stress!

 




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