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A maldição do Joker

“Ou morremos como um herói, ou vivemos o suficiente para nos tornarmos o vilão!”

 

Esta é a ideia-base do novo filme da saga Batman. Uma situação-limite faz com que o pior de nós venha ao de cima ? O ser humano é naturalmente mau ? Todos temos um preço ? Estas e outras questões vão sendo exploradas ao longo de uma fita recheada de acção e efeitos especiais.

O actor australiano Heath Ledger interpreta o Joker (não me espantaria que este ano arrecadasse uma das figurinhas douradas), o eterno arqui-rival do Batman. Compõe magistralmente uma figura desequilibrada, que se diverte a provocar o caos completo. É retratado com uma face cheia de cicatrizes, coberta por uma maquilhagem branca e um sorriso fixo desenhado por camadas de batom.

Ledger criou um Joker absolutamente original, assustador, uma figura demoníaca que não necessita de nenhuma motivação lógica para suas insanidades criminosas. Ao mesmo tempo, o actor dá ao personagem um ar divertido e sarcástico. Este Joker tem todos os ingredientes para se transformar num mito tão importante quanto o próprio Batman. Mito que cresceu ainda mais com a trágica morte do actor em janeiro de 2008, devido a uma overdose acidental de calmantes e indutores do sono. Dois meses antes, Ledger tinha declarado ao “The New York Times” que sua interpretação do Joker o deixara física e mentalmente exausto, a ponto de ter de tomar remédios para dormir…

 

A não perder.

 

             

 

 

Depois do sucesso de “Homens há muitos”, “Viva o Amor”, “Spash” e Os homens das cavernas também oferecem toblerones, está para breve a publicação do quinto livro do meu amigo Francisco Salgueiro. Não percam o trailer. Basta clicarem em :

 

http://franciscosalgueiro.blogspot.com/

 

 

 




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